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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019, 09h:12

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Para receber atrasados ex-trabalhadores do Grupo JPupin bloqueiam Fazenda Vertente

A reclamação dos cerca de 15 trabalhadores, é que as parcelas combinadas com o novo investidor da fazenda não vem sendo cumpridas.


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Paulo Pietro

Ex- trabalhadores do Grupo JPupin, especificamente da Fazenda Marabá que que foram demitidos ainda no inicio do ano, com a promessa que receberiam seus dividendos em parcelas, que não foram pagas até agora, prometeram realizar uma paralisação da colheita de milho da Fazenda Vertente, outra que faz parte do Grupo.

 

Nesta terça-feira (20) eles colocaram o plano em prática, segundo nos informou um dos manifestantes, ele interromperam a entrada da fazenda e bloquearam a passagem da colheita de milho que estava em andamento, até que algum dos responsáveis pelo grupo os ofereça alguma solução concreta para o problema.

 

A reclamação dos cerca de 15 trabalhadores, é que as parcelas combinadas com o novo investidor da fazenda não vem sendo cumpridas, um deles que prefere não se identificar devido ao receio de não receber mais a compensação devida, nos disse que “agente aceitou sair da Marabá pois há muito tempo não estávamos recebendo nossos salários e férias em dia, como qualquer outro trabalhador, mas sabíamos que se por um acaso pedíssemos demissão, acabaríamos sem receber nada. Quando o novo investidor chegou a fazenda, ele garantiu que as pessoas que desejassem sair teriam seus ressarcimentos garantidos em parcelas, mas já venceu a terceira e ainda não recebemos nada,” disse o ex-funcionário.

 

O grupo fechou a entrada da Fazenda Vertente com carros e motos e iniciaram o bloqueio na manhã de terça-feira (20), até o fechamento da nossa edição por volta das 16h, o grupo permanecia com o bloqueio e disseram que sairia do local somente se houvesse um entendimento das partes quanto à realização dos pagamentos atrasados.

 

O Grupo JPupin vem passando por uma situação complicada com uma RJ em andamento e dívidas que passam dos R$ 800 milhões.   

 

O Diário está em contato com o grupo e deve ter mais informações sobre o desfecho da questão nas próximas edições.

 

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