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Quarta-feira, 19 de Junho de 2019, 07h:00

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O jornal impresso é realmente importante em meio as tecnologias da atualidade?

A preservação do jornalismo não depende só do empenho das empresas de comunicação


Imagem de Capa
Gazeta Informativa

O avanço tecnológico é bastante visível, e o progresso de hackers (pessoa que possui um vasto conhecimento na área de informática, capaz de modificar os aspectos internos de um determinado programa) faz com que a alteração de informações se torne cada vez mais fácil.

A migração de notícia para os meios digitais possui seus lados positivos, mas também os negativos. A mudança repentina para o meio virtual de inúmeros nomes do jornalismo brasileiro faz com que o tradicionalismo do jornal impresso seja cada vez menos valorizado, e faz também com que muitas pessoas pensem que o fim do jornal físico será para toda imprensa.

A mídia tradicional ainda possui valor?

A eficiência de informação que um jornal tradicional impresso traz, faz com que confiemos cada vez mais na transparência e na credibilidade de uma notícia. Transmite para uma cidade comunicação, valores, crenças e costumes, possui todo contexto instrutivo de uma reportagem, por exemplo, permitindo que observemos os sentidos e os significados de uma cultura.

Nessa relação, não podemos deixar de citar da valorização do jornal impresso para a história de uma cidade, possuindo a qualidade de trazer as histórias da região de forma atualizada e aprofundada.

 

A IMPORTÂNCIA DA MOBILIDADE IMPRESSA NA PUBLICIDADE

Assim como outras formas de reconhecimento, os anúncios em jornais impressos são extremamente significativos para a identificação da marca de um empreendimento. De acordo com o publicitário Gustavo Asth, graduado em publicidade e propaganda pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós-graduado em Branding e Gestão de Marcas pela Universidade Positivo, “do ponto de vista do anunciante, um jornal impresso pode ser tão importante quanto qualquer outro meio de comunicação, dependendo da sua estratégia de mídia e do público-alvo com o qual aquela marca precisa falar. Do mesmo modo que muitas pessoas mantêm o hábito de ler livros físicos, os jornais impressos ainda mantêm um público cativo.”

Os jornais possuem um papel insubstituível na saga brasileira. A preservação do jornalismo não depende só do empenho das empresas de comunicação. Depende de todos nós: dos leitores, dos anunciantes, da indústria, do mercado financeiro, do agronegócio, de todos os que, de fato, acreditam no Brasil.

E a questão cultural vai muito além disso, muitas pessoas trazem consigo o costume de ler o jornal acompanhado de uma boa xícara de café, muitas também fazem da simples espera em um consultório médico, por exemplo, uma forma de adquirir conhecimento prático acompanhando o noticiário semanal do município.

“O pesquisador Philip Meyer considera que o jornal é um veículo imprescindível para que a sociedade receba informações de qualidade para manter a democracia em um país. No Brasil ainda construímos essa base democrática por meio dos jornais e dos grandes veículos de comunicação. Por isso considero importante a presença do jornal impresso em nossa região e em cidades menores, pois é essa produção de material de qualidade, profissional, aprofundada e com credibilidade que pode tornar um lugar mais bem informado e com sentido de comunidade”, comenta Angela Farah, mestre em Comunicação e Linguagens, graduada em Comunicação Social e professora de jornalismo do Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv).

 

ENFIM, O JORNAL IMPRESSO NUNCA PERDERÁ O SEU POSTO

Quem quer anunciar um produto ou um serviço sabe que a sua marca estará eternizada no papel, que viaja por cidades, pessoas e lugares diferentes. Uma única edição de jornal impresso pode ser lida por várias pessoas. Enquanto que, informações e propagandas da internet são individualizadas. Apesar da rapidez em encontrar informações em sites por exemplo, o jornal impresso não fica para trás. Há todo um conforto e charme em sua leitura, toda uma história, todo um ritual, dificilmente praticado na leitura de um site. Há também a sensação de informação segura, honesta, naquilo que podemos apalpar.

“Por isso, posso afirmar que, mesmo diante desta tecnologia inegável que temos hoje, o jornal impresso nunca perderá o seu posto. Quanto mais dinâmico, mais popular e mais inteligente, mais os leitores apreciarão seu conteúdo. O jornal impresso sobreviverá como um bom jornal, bem feito, com grandes profissionais, com conteúdos interessantes e responsáveis, fazendo com que o internauta procure melhores esclarecimentos com notícias bem construídas. Finalmente, com todos os avanços tecnológicos que já surgiram, como o rádio e a televisão, não conseguiram matar o jornal, a internet não matará. Só quem pode matá-lo é ele mesmo, querendo ser igual a internet ou fazendo mal jornalismo”, diz  a escritora Camila Provenzano Llerena Coelho.

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