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REPORTAGEM ESPECIAL /

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012, 08h:29

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Entrevista de trabalho: a importância de saber como agir

Veja algumas dicas importantes para o momento decisivo para conquistar uma vaga de trabalho


Redação: Janine Oliveira

Uma entrevista de emprego não se resume a responder uma dúzia de perguntas ou rezar para que seu currículo seja aceito. Aqueles 40 minutos, às vezes, dizem muito mais sobre você do que uma folha de papel cheia de dados. Se muitos profissionais, já empregados, têm dúvidas quanto à forma correta de agir em uma reunião ou até para manter contatos corriqueiros com seus superiores e colegas de trabalho, imagine quando você é o alvo de uma entrevista.

A etiqueta empresarial surgiu para te dar uma força nesses momentos de dúvida. Dominar determinada área técnica não é mais o único fator relevante para o sucesso profissional. No mercado competitivo de trabalho, é exigido do profissional também a competência pessoal. Podemos dividir nossas qualidades em dois patamares:

Competência pessoal

- Sentir-se feliz e satisfeito(a) consigo mesmo(a);

- Estar motivado todos os dias;

- Amar o que faz;

- Fazer sempre o melhor.

Competência profissional

- Escolher a profissão certa;

- Fazer cursos de aperfeiçoamento e aprimoramento;

- Atualizar-se;

- Aceitar desafios.

Mas não para por aí. A imagem é e sempre será seu cartão de visita.

Portanto, quando for batalhar um emprego, deixe em casa as roupas coloridas, transparentes e decotadas, as saias justas, as bijuterias grandes e pesadas, aquele terninho pink, o sapato velho e desgastado.

Outro fator que está diretamente relacionado com sua imagem na hora da entrevista é a comunicação. De nada adianta estar muito bem vestido, andar corretamente, cumprimentar as pessoas adequadamente, se, na hora de expor suas ideias na entrevista, só ouve-se erros de concordância verbal, gírias, piadinhas de mau gosto, interrupções constantes para contar vantagem achando que isso enriquecerá seu currículo.

Como falar sobre a sua vida pessoal de maneira correta

Parte do que somos hoje são características herdadas de nossa família, de acordo com nossa criação e educação. O alicerce básico de integridade, honestidade, as normas de conduta e de caráter são frutos dessa criação. Às vezes, o entrevistador pode lançar um assunto que você não sabe como responder. Veja o que fazer em algumas situações.

Frustrações pessoais

Convém, no momento da entrevista, omitir as desgraças, frustrações, infelicidades e traumas de família que poderão emocionar o entrevistador, mas não será motivo para uma contratação. Poderá até mesmo causar dúvidas ou receios em relação à sua pessoa. Quem vem de uma família desestruturada emocionalmente pode criar suspeitas ou dúvidas sobre sua conduta nos relacionamentos interpessoais e profissionais.

Pais separados:

O entrevistador não precisa saber os detalhes, motivos ou insatisfações de seus pais.

Marido:

Se ele trabalha ou não, não importa. O que interessa é seu estado civil e não vida conjugal. Processo de separação ou, qualquer contratempo, não devem entrar na conversa;

Filhos:

Cuidado. Fazer comentários sobre despesas extras, uma babá ou escola particular, por exemplo, pode dar a impressão de pedidos contínuos de aumento de salário.

Estudos:

Se você não tiver concluído algum curso, por falta de oportunidade, sorte, dinheiro ou tempo, nunca diga que abandonou. Diga que parou de estudar provisoriamente e que retornará com suas atividades assim que possível. Se estiver cursando alguma coisa, deixe bem claro todos os horários.

Sua personalidade:

Nunca diga que faz qualquer sacrifício e que aceita qualquer coisa em nome da família que tanto necessita de você. Mostre que tem garra, força de vontade, interesse, determinação, integridade, respeito e que você e seus interesses estão em primeiro plano em sua vida. Primeiramente vem você e sua satisfação pessoal e profissional, seus estudos, seu trabalho, sua família. Policie-se: o entrevistador, por mais à vontade que possa lhe deixar, não é seu psicólogo ou terapeuta.

Vida profissional:

Evite falar mal da antiga empresa, do chefe, dos clientes, dos colegas de trabalho. O fato de não fazer mais parte do quadro de funcionários da antiga empresa não te dá o direito de perder o respeito mútuo, sigilo, discrição e fidelidade. Fale sobre seu desempenho profissional, rotina de trabalho, deveres e obrigações.

Veja mais no Cliquef5.

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