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Domingo, 03 de Maio de 2020, 20h:31

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Testes rápidos de Covid-19 começam a ser oferecidos em farmácias

Reprodução Jornal Nacional Teste rápido para Covid-19 em farmácia em Minas Gerais Testes rápidos para detectar anticorpos do novo coronavírus (Sars-Cov-2)...


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Teste rápido para Covid-19 em farmácia em Minas Gerais
Reprodução Jornal Nacional
Teste rápido para Covid-19 em farmácia em Minas Gerais

Testes rápidos para detectar anticorpos do novo coronavírus (Sars-Cov-2) começam a ser ofertados em farmácias pelo Brasil. No entanto, a testagem ainda preocupa os especialistas.

A Febrafar, associação farmacêutica que reúne 10 mil farmácias brasileiras, recomenda que se evitem os testes rápidos por falta de espaço apropriado nas farmácias, o que aumentaria o risco de contaminação de clientes e funcionários.

Veja ainda: Governo de SP fará testes para Covid-19 em assintomáticos

Farmácias da rede Abrafarma – que reúne 8 mil das 79 mil farmácias do país e é a favor dos testes – no Ceará e em Minas Gerais já estão realizando o procedimento. Em Fortaleza, os testes estão sendo feitos com o paciente dentro do carro, de forma drive-thru. Já em Belo Horizonte, a unidade reservou uma sala para realizar os exames.

A Abrafarma publicou um protocolo de procedimentos, no qual citou que a Anvisa informa que "resultados negativos não excluem totalmente a infecção por Sars-Cov-2 e resultados positivos não devem ser utilizados como evidência absoluta de infecção, devendo ser interpretados por um profissional de saúde".

A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica afirmou que as farmácias terão de seguir as mesmas exigências que laboratórios e pediu fiscalização para garantir a segurança dos clientes.

Exames rápidos para Covid-19 já são oferecidos em alguns laboratórios. Segundo a Associação, todos têm registro da Anvisa, mas nenhum passou por testes de validação.

A Anvisa informou que registrou até agora 41 testes rápidos e desses, só oito foram analisados pela Fiocruz e, segundo a agência, demonstraram resultados satisfatórios.

Segundo a Anvisa, a autorização só ocorre depois de comprovadas as boas práticas de fabricação e avaliações técnicas, além de que os desempenhos não esperados devem ser notificados à agência. De acordo com a Associação de Laboratórios, os testes validados só estão disponíveis na rede pública.

Leia mais:  Anvisa se reunirá com fabricante de Remdesivir

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