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Sábado, 11 de Janeiro de 2020, 20h:30

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Indiciado pela Polícia Civil por morte de decorador é condenado a 21 anos por latrocínio e ocultação de cadáver

Assessoria/PJC-MT Um homem indiciado pela Polícia Judiciária Civil em Mato Grosso pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação...


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Assessoria/PJC-MT

Um homem indiciado pela Polícia Judiciária Civil em Mato Grosso pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver que vitimou o decorador Ednalmo Alves de Oliveira, 53 anos, ocorrido em 2018, foi condenado pela Justiça a 21 anos e quatro meses de reclusão em regime fechado.

O crime ocorreu em outubro de 2018 e foi investigado pela Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos de Cuiabá, em inquérito presidido à época pelo delegado Caio Fernando Albuquerque. “Foi um trabalho árduo de toda a equipe, com 40 dias de investigações ininterruptas para solucionar o caso”.  

O corpo do decorador foi encontrado em uma região de mata, no bairro Nova Várzea Grande, no dia 28 de novembro de 2018. O suspeito foi preso no dia 3 de novembro  pela equipe da Derrfva e durante depoimento e com base em provas colhidas pela equipe da delegacia, apontou a localização do corpo, mesmo não confessando a morte da vítima.

A vítima estava desaparecida desde 17 de outubro daquele ano. Um familiar da vítima procurou a Polícia Judiciária Civil no dia 22 de outubro relatando que Ednalmo tinha sido visto com um amigo. O irmão ainda disse que a vítima morava sozinha no bairro Coophamil, em Cuiabá, e não costumava passar muitos dias sem dar notícias, o que causou estranheza na família, além do fato do celular dele estar desligado e o veículo, um Ford Ka sedan dourado, ter também sumido.

Desde o início da investigação, a Polícia Civil trabalhou com a hipótese de a vítima estar morta. “O carro dele foi subtraído. Na semana seguinte do desaparecimento o veículo estava na posse de uma pessoa. Esse rapaz foi preso. Além dele estar de posse do carro do Ednalmo, vendendo, ele estava com um cartão da vítima, fazendo saques e empréstimos em agencias bancárias”, declarou na época o delegado Caio Fernando.

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