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Terça-feira, 20 de Agosto de 2019, 17h:31

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Robert De Niro processa ex-funcionária por assistir "Friends" no trabalho

Uma ex-funcionária sênior da produtora de Robert De Niro está sendo processada em US$ 6 milhões. O motivo? Chase Robinson teria gastado "quantidades...


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Uma ex-funcionária sênior da produtora de Robert De Niro está sendo processada em US$ 6 milhões. O motivo? Chase Robinson teria gastado "quantidades astronômicas de tempo" assistindo a Netflix durante o horário de trabalho. Além disso, ela teria gastado quantias exorbitantes em hotéis e restaurantes, além de ter utilizado as milhas pessoais de De Niro para suas viagens pessoais.

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Produtora de Robert De Niro processa ex-funcionária por assistir Netflix no horário de trabalho arrow-options
Divulgação/Imdb
Produtora de Robert De Niro processa ex-funcionária por assistir Netflix no horário de trabalho

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Segundo a Variety , Charles Robinson foi contradada pela empresa de Robert De Niro  , a Canal Productions, em 2008, como assistente pessoal do ator. Mais tarde, ela chegou ao posto de "vice-presidente de produção e finanças" da companhia, alcançando um salário de US$ 300 mil por ano. Ela deixou a empresa em abril de 2019.

No processo, a acusação entra em detalhes sobre o comportamento da funcionária no ambiente de trabalho. Segundo os advogados da Canal Productions  , Robinson raramente aparecia no escritório. Ela teria, em um período de quatro dias, assistido a 55 episódios de "  Friends  ". Em outra semana, ela teria assistido a vinte episódios de "Arrested development" e dez episódios da sitcom canadense "Schitt’s creek".

Ex-funcionária de Robert De Niro assistia arrow-options
Divulgação/Imdb
Ex-funcionária de Robert De Niro assistia "Friends" no horário de trabalho

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"Assistir a programas na Netflix não era de forma alguma parte das tarefas e responsabilidades de Robinson no emprego e, segundo informações e nosso entendimento, ela fez isso para entretenimento e diversão pessoal, nas horas em que estava sendo paga para trabalhar", diz um trecho do processo.

As quantias não-autorizadas pela empresa de Robert De Niro  no cartão corporativo somam mais de US$ 12 mil apenas em um restaurante, US$ 8 mil em padaria e mercado, e US$ 32 mil em uber e táxi.

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