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Segunda-feira, 07 de Março de 2016, 17h:44

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Médicos de Cuiabá entram em greve e exigem implantação de piso nacional

Quem salva não quer salvar


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Clique F5 - de 07/03/2016

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A greve afeta o Pronto-Socorro de Cuiabá, policlínicas e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Em Cuiabá, cerca de 500 médicos trabalham na rede pública.

Eliana Siqueira, presidente do sindicato que representa a categoria, informou que o Sindimed-MT ainda não foi notificado da decisão judicial e que, quando isso ocorrer, vai recorrer. Por ora, a paralisação das atividades está mantida. "Nós entendemos que essa determinação é arbitrária e está cerceando o direito de greve", declarou.

O piso atual dos médicos concursados é de R$ 3,8 mil. Os profissionais querem também o pagamento do Reajuste Geral Anual, cumprimento dos acordos coletvos homologados na Justiça e o preenchimento adequado das escalas de plantão defasadas de médicos e profissionais de enfermagem.

 

A decisão do desembargador de decretar a greve ilegal atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral do município, que argumentou que o Sindimed-MT deu início à paralisação sem negociar com a prefeitura de Cuiabá. O Sindimed-MT, entretanto, afirma que a pauta da greve é a mesma há um ano e que nesse período as negociações não avançaram.

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Um mundo caótico, sem consciência.

Um mundo apático, sem medo.

Um mundo de crenças populares

a afogar a realidade

que nos afronta.

De qual mundo viemos?

Natureza quente de roupa fria,

com o sol a iluminar verdades cruas

de pessoas, “sem mentes”, nuas.

Para qual mundo iremos?

Pessoas no cinza crescendo,

no ritmo da desordem infame.

Sob a sombra da fome

que inquieta o mundo.

Das tecnologias vãs que passaram

numa tentativa de mudar

o futuro do presente.

 

Murilo Conti Vieira

 

07/03/2016

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