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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018, 08h:34

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Reformas em unidades de saúde de Primavera do Leste são suspensas

Secretária interina de saúde explica motivos do cancelamento das reformas


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Ítalo Berto

Desde 2013 existe projeto para a reforma e ampliação de algumas unidades do Estratégia Saúde da Família. Somente em 2015 os processos licitatórios foram finalizados. Já estamos em 2018 e nada saiu do papel. Uma verba de mais de R$ 90 mil, enviada pelo governo federal, está na conta do município para que as reformas sejam iniciadas, mas o dinheiro por decisão do Conselho Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde e o prefeito Leonardo Bortolin, será devolvida à federação.

O Diário entrevistou Laura Leandra, que ainda está à frente da Secretaria de Saúde de forma interina, até que seja definido o sucessor. Ela explicou que a decisão da suspensão se deve à diversos fatores. Com isso as unidades de saúde do Poncho Verde (ESF V), Primavera II (ESF VI), Castelândia (ESF VIII) e Unidade Básica de Saúde do Tuiuiú, que seriam as beneficiadas com as reformas e ampliações, continuarão do mesmo jeito, por enquanto.

“O município passou por instabilidade política que culminou nas eleições suplementares. A secretaria passou por cinco gestores, dificultando a aceleração dos processos administrativos”, diz Laura. Ainda conforme a secretária, nenhum dos gestores anteriores atenderam aos prazos para que fosse possível a inicialização das obras.

Outro fator esclarecido por ela, que levaram à suspensão das obras, é a retomada da construção de unidades de saúde que estavam paralisadas. “O município passa por uma fase delicada no que se refere a situação financeira. Por isso preferimos dar continuidade às obras de construção que já iniciamos, pois corria o risco de tentarmos fazer tudo de uma vez e não acabar terminando nada”, comentou Laura.

Além disso, de 2013 para cá o valor mínimo do financiamento para essas obras, concedidos pelo governo federal, foi atualizado. O valor total das quatro reformas foi cotado em R$ 970 mil, na época. O Ministério da Saúde iria destinar, de acordo com o projeto, de R$ 93 mil e R$ 126 mil por unidade, totalizando R$ 454 mil. O município teria que investir, como contrapartida, R$ 515 mil.

Esses valores foram atualizados pelo governo federal. Hoje o mínimo do valor do financiamento para esse fim está em torno de R$ 218 mil. “Se déssemos continuidade a esse projeto, a contrapartida do município seria bem maior do que o repasse do governo federal. Então a intenção é pleitear um novo financiamento, onde teremos a contrapartida da federação num valor bem maior”, expôs a estratégia, declarando que o dinheiro economizado pelo município poderá ser investido em contratações, equipamentos e outras necessidades para a saúde de Primavera.

Dar prosseguimento a essas reformas, segundo Laura, exigiria que o município alugasse quatro prédios para realocar as unidades. O que também não seria o ideal, por conta das condições financeiras dos cofres públicos municipais.

O que também tornou inviável continuar com o projeto, é o fato de as construtoras não aceitarem mais realizar os serviços pelos valores acertados em 2013. Em cinco anos os preços são outros.

E também, com os R$ 90 mil já repassados, parados na conta do município, de acordo com a secretária, Primavera do Leste poderia sofrer sanções e ser impedida de conseguir alguns recursos.

“Todas as unidades precisam ser ampliadas”, revela Laura. Porém o do tuiuiú, segundo ela, por mais que seja necessário, não seria viável a ampliação neste momento em que existe projeto para a construção de uma unidade de ESF para atender a demanda do Guterres. “Para que ampliar se teremos uma nova unidade ao lado?”, coloca em questão.

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