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Segunda-feira, 18 de Junho de 2018, 09h:59

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SÍNDROME DO PÂNICO!

O transtorno do pânico é uma das formas de manifestação da ansiedade patológica, aquela que se caracteriza por episódios súbitos de ansiedade intensa, muitas vezes, imotivados.


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Beatriz G. Rufato - Psicóloga.

A Síndrome do Pânico é caracterizada por episódios absolutamente inesperados de medo e desespero. O individuo tem a impressão que vai morrer naquele momento de um ataque cárdico, porque o coração dispara, sente falta de ar e tem sudorese abundante. Quem tem essa síndrome sofre durante as crises e mais ainda nos intervalos entre uma ou outra, pois nunca se sabe quando elas ocorrerão novamente, pode ser daqui cinco minutos, cinco dias ou cinco meses.

A ansiedade é um estado emocional normal, é através dela que nós humanos conseguimos antecipar o perigo e nos prevenir. Quando essa ansiedade deixa de ser útil e passa a causar sofrimento excessivo ou prejuízo para o desempenho dessa pessoa, ela se transforma em patológica. O transtorno do pânico é uma das formas de manifestação da ansiedade patológica, aquela que se caracteriza por episódios súbitos de ansiedade intensa, muitas vezes, imotivados.

O que caracteriza o pânico é a abrupta e inesperada forma que os sintomas aparecem e o fato de que a crise atinge seu ápice em dez minutos. Em alguns casos é preciso apenas 30 segundos para o paciente que estava bem, ser tomado de uma forma inexplicável pelos sintomas que de certa forma todos conhecemos: boca seca, tremores, taquicardia, falta de ar, mal estar na barriga ou no peito, sufocamento, tonturas. Tudo isso pode vim acompanhado da sensação de que algo trágico está por vim.

O transtorno do pânico é uma doença que se manifesta especialmente em jovens e acomete mais as mulheres dos que os homens. A maioria dos pacientes tem a primeira crise entre 15 e 20 anos desencadeada sem motivo aparente e ao passar do tempo essas crises vão se repetindo de maneira aleatória. Atribui-se essa maior frequência no sexo feminino devido á sensibilização das estruturas cerebrais e pela flutuação hormonal, visto que a incidência de pânico aumento no período fértil da vida.

Para fechar o diagnostico é preciso saber se as crises de pânico é o problema primário do transtorno ou se a manifestação é secundaria decorrente do uso exagerado de medicamentos que podem provocar pânico em pessoas propensas, como corticoides e anfetaminas. É preciso investigar também o uso de psicoestimulantes (cocaína e ecstasy). O quadro de pânico também pode ser secundário a outras doenças como hipertireoidismo.  Afastada todas as possibilidades, é de forma simples firmar o diagnostico clinico, pois os sintomas são muito claros.

Durante o tratamento é utilizado combinar medicamentos com terapia. E a duração do tratamento é de no mínimo seis meses, dependo do funcionamento de cada individuo.

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