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Segunda-feira, 02 de Julho de 2018, 08h:40

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O meu querer!

Querendo ou não vivemos em comunidade onde o meu querer não pode ultrapassar a linha sobre o que eu posso


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Jean Carlos -

Certa vez na infância ouvi de uma professora que raramente nos vestimos da maneira que gostaríamos e tudo que fazemos pensamos primeiro no julgamento das outras pessoas, isso não se restringe apenas em nosso modo de vestir mas em algo bem mais abrangente, com isso “o meu querer” acaba ficando em segundo plano, talvez uma pergunta a se fazer seria, será que estamos da maneira que queremos?, certa vez Luigi Pirandello disse, “Nada é mais complicado que a sinceridade.”, de repente o nosso querer requer também sinceridades que não estamos dispostos a falar ou á ser e com isso fazer “o querer dos outros” seja mais cômodo do que fazer “o meu querer”.

Não que eu tenha uma idade avançada, mas nesse pequeno intervalo de tempo muita coisa mudou desde a minha infância até os dias atuais, os conceitos mudaram e muitas pessoas estão mais atentas ao seu próprio querer e deixando de lado a opinião das outras pessoas, segundo a ciência existem oito coisas para fazermos sempre e que nos deixarão mais felizes, uma delas é, celebrar os pontos forte; reconhecer os pontos fracos e nos permitir ser nós mesmos. Sabemos que uma pessoa bem maquiada consequentemente coloca em destaque uma beleza mais aguçada, mas se tratando de vida, não devemos ter uma vida maquiada pintada da forma que os outros querem.

Quando Paulo Granato disse, “Quando você acreditar no que você vê e não no que as pessoas querem que você veja, daí sim, você estará caminhando para a felicidade.” O autor retrata a importância de conduzir a vida da forma que queremos, mas diante do nosso querer temos que compreender os três pontos sobre a ética que Mario Sergio Cortella diz, que “Ética é o conjunto de valores e princípios que usamos para responder a três grandes questões da vida: (1) quero?; (2) devo?; (3) posso? Nem tudo que eu quero eu posso; nem tudo que eu posso eu devo; e nem tudo que eu devo eu quero. Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é ao mesmo tempo o que você pode e o que você deve.”

Querendo ou não vivemos em comunidade onde o meu querer não pode ultrapassar a linha sobre o que eu posso, temos que ser sensatos na compreensão disso para não excedermos e com isso invadirmos o espaço do outro, existe uma máxima que diz, “ não precisa concordar comigo, mas respeitar sim”. Então quando o querer do outro for diferente do seu, mesmo não concordando respeite, isso deve ser recíproco, as pessoas não precisam fazer tudo do jeito que queremos assim como nós não precisamos também, e que o meu querer seja respeitado da mesma forma que respeitarei o seu querer.

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